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Colhendo os frutos

No prazo de poucos anos, as casas e as atividades apostólicas se multiplicaram por todo o Egito. Foi como um acender-se de chamas: uma escola em Bolascco, bairro do Ciro, escolas, pensionatos e dispensários na cidade de Mansura, Damiata, Kafr-el-Zaiat, Ismalia. Mais tarde, outras escolas e orfanatos em Malta, Alexandria do Egito, Jerusalém. Na Itália, Irmã Maria Catarina abriu casas em Roma, Montefiascone, Bórnio e Milão, onde aceitou numerosas aspirantes à vida missionária. De fato, muitas jovens provenientes do Oriente e da Europa entraram para fazer parte das Franciscanas do Egito, atraídas pelo fervor e dedicação das Irmãs, pela vida estritamente pobre e alegre, pela perfeita união entre elas, apesar da heterogeneidade de nacionalidade e cor. Uma destas jovens, depois que se tornara também Irmã, recorda: “ A comunidade era composta de Irmãs de várias nações: eram italianas, francesas, maltesas, orientais, sudanesas, egípcias, mas todas tinham um só coração. A regularidade era perfeita, a piedade edificante. O que mais cativou foi a suave expressão de amor fraterno, simplicidade no trato e serenidade do aspecto, o empenho no trabalho, a alegria moderada nas recreações. Naquele ambiente, era tão fácil sentir-se em família”.

Isabel Luiz